Revisão feita por -Isabel e Dayanne.
(Pov Layla.)
(Tenho esse sonho com muita frequência, desde que tinha 5 anos, para falar a verdade não tenho nenhuma memória de antes disso, só me lembro de estar na porta do orfanato, meu passado é um total mistério, mesmo que esse sonho não faça nenhum sentido para mim, ele se tornou uma ancora de resgate, me agarro a isso e imagino que possa ser uma pista para saber quem são meus verdadeiros pais, toda vez que o tenho ele avança um pouco, mas nunca cheguei ao fim. )
Não possuo memórias concretas do que aconteceu, apenas flashbacks, de uma mulher muito bonita, seus olhos eram azuis e serenos, mas havia preocupação e medo em seu olhar, seus cabelos eram indescritíveis,aos poucos mudavam de cor, do azul escuro, para o claro e para o verde. Parecia que quanto mais tentava me concentrar nas cores, mais difícil era de se reconhecer a cor original, sua pele era morena, ela usava um vestido de cor branca, ela sorria... Um sorriso que me passava uma sensação de segurança enquanto segurava minha mão e andava ao meu lado. Segurando minha outra mão estava um homem alto, cabelos de um vermelho tão intenso, que parecia fogo, seus olhos eram castanhos e assim como a mulher ao meu lado, seus olhos mostravam que estava triste e preocupado, mas seu sorriso era bondoso e paciente. Eles me conduziram em direção a um arco coberto por flores e pequenas plantas, havia uma escada, e no meio dessa havia um homem com uma capa cinza, segurando uma espada. Tento dar um passo para trás mas quando percebo, já estávamos a meio caminho do arco, frente a frente com o homem com a espada de prata, assustada fecho os olhos com força e então escuto uma voz.
-E os outros? - disse o homem ao meu lado.
- Já atravessaram o portal. - disse o homem da capa cinza, de cabeça baixa.
- Então só falta ela? - disse a mulher tristemente.
- Sim. - falou o homem guardando sua espada - ela é a ultima.
- Não se esqueça de voltar para nós! Sentiremos saudades, minha filha - ele havia acabado de me chamar de... será que... não!... Impossível.
- leve isto com você, ele lhe mostrará o caminho de volta quando chegar a hora - disse a mulher chorando.
- Para onde Eu vou? - perguntei
- Para um lugar onde você ficará segura, Encontre os outros três e volte em segurança para casa... Volte em segurança para mim! - ela disse enquanto tentava secar as lágrimas.
- seja forte minha filha e quando voltarem, já estaram fortes o bastante para salvar este Reino.
Ambos se ajoelharam na minha frente e me abraçaram. E fiz a única coisa que me veio a cabeça... os abraçei de volta.
- Fique segura. Sentiremos sua falta.
Dei um passo a frente entrando no arco, acenei para eles, eu podia sentir as lágrimas caindo em meu rosto e então eu atravessei.
 E antes que Eu pudesse ver o que havia do outro lado, daquele brilho azul, ouvia a voz da minha mãe me chamando.
-- Layla!! - disse ela entrando no cômodo - hora de acordar.
Levanto minha cabeça preguiçosamente e olho para o relógio.
- Mas mãe ainda são 5:12. O combinado era você me acordar só 5:45, esqueceu?! - disse tentando me sentar na cama.
- Esse relógio está quebrado, já são 6:30.
-O queee!? - disse saltando da cama rapidamente e correndo para o banheiro.
- Até que tentei te chamar, mas você não acordou, já estava começando a ficar preocupada. - disse ela enquanto arrumava minha cama e recolhendo papéis e roupas jogadas pelo chão.
- saio do banheiro enrolada na toalha me visto o mais rápido possível e me olho no espelho. Como me descreveria?
Bom, sou uma garota de 15 anos, normal, ao máximo que uma garota de quinze anos pode ser.
Tenho olhos de uma cor que parece mel, pele morena, cabelos cacheados castanhos claros.
Como minha escola não tem farda, gosto de ir com uma calça jeans azul claro, uma blusa laranja, e tênis all star roxo.
 Desci as escadas o mais rápido possível tentando não cair, missão cumprida, cheguei na cozinha peguei uma torrada e um suco de caixinha.
E antes da minha mãe descer as escadas peguei duas das coxinhas que minha mãe faz de manhã, embrulhei e guardei dentro da bolsa, sai correndo de casa para não perder o ônibus... e bem a tempo!.. O ônibus havia acabado de chegar, assim que entrei no transporte ouvi minha mãe me chamar com um pouco de raiva.
- Layla!!!!!
"Acho que ela percebeu quem é o culpado pelo sumiço das coxinhas de frango. "
Susurrei baixo o bastante para que só eu pudesse ouvir.
Andei para o final do ônibus e me sentei em uma das últimas cadeiras.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa anti-social, mas não para falar a verdade eu meio que falo com todo mundo.
Eu sento no fundo com meus três melhores amigos.
Mary ela é muito fofa e gentil, os olhos dela são verdes e seus cabelos são ruivos, sua pele é clara como se nunca tivesse entrado em contato com o sol.
Ela usava uma blusa roxa escura e um short de tecido de nuvens, os tênis dela eram all star vermelho e não podia faltar seu casaco verde, mesmo que ele não combinasse com muita coisa e também não importa o quão quente pudesse estar ela sempre usava aquele casaco. Ela estava de joelhos sobre o banco olhando para a janela, até o momento que me sentei ao seu lado.
- Oi mary.
- Oi lay.
- Eu já pedi para não me chamar de lay. Esse apelido é estranho.
- Sim, mas você sabe que não adianta tentar, eu vou continuar te chamando de lay.
- É, eu sei. - disse rindo baixo.
- Olá senhorita.
- Olá senhor Miguel. - Eu e Mary falamos juntas, seguido de uma risada.
Miguel é um rapaz alto, cabelos castanhos, olhos travessos e agitados de cor verde escuro e pele clara.
Ele estava usando, uma blusa roxa e calças jeans preta.
Assim que percebeu que estávamos rindo dele, ele nos encarou com um olhar sério.
E começou a rir logo em seguida.
- Oi gente.
- Oi Alex. - falamos todos juntos em um coro.
Alex é um rapaz, de cabelos lisos um pouco enrolados, olhos escuros, e pele bronzeada.
Ele usava uma blusa preta e calças jeans da cor azul escuro, ele era gentil e paciente.
- Quanto tempo falta pra aula acabar? - disse Mary.
- Nós ainda nem chegamos na escola! - respondi tentando não rir.
-"Aaargh" eu quero ir pra casa e deitar na minha cama - falou Mary.
- Concordo. - respondi.
- já estamos chegando na escola o que significa, que faltam mais ou menos 4:00 hrs para a aula acabar. - disse Alex.
Miguel o encarou e então disse:
- Cara como você consegue ser tão inteligente?!
- Eu estudo. - rebateu Alex.
- Mas você está sempre com a gente... - disse Miguel coçando a nuca.
- E? - perguntou Alex.
- A gente nunca estuda.
- É verdade - concordou Mary.
- Estudo nos tempos livres. - disse Miguel, tentando manter a calma.
- Isso é uma discussão? - perguntei confusa.
- Sim! - respondeu Miguel.
- Todos nós já temos nossas definições.- anunciou Mary e todos nós a encaramos, junto com mais alguns estudantes sentados no fundo. - Layla é a leitora lerda.
- Ei!! - disse eu indignada.
- Miguel é o garoto confusão. - disse ela rindo logo em seguida
-Alex é o nerd fofo. - disse ela fazendo Alex corar.
- E eu sou a leitora fofa. - disse ela sorrindo.
- Nisso temos que concordar. - falei.
Alguns minutos depois conversando sobre coisas idiotas nós chegamos à escola.
Assim que chegamos fomos direto para a sala de aula e nos sentamos nos nossos respectivos lugares e esperamos a aula acabar.
Essa é a postagem de hoje so postei isso porque era uma história que ja tava pronta e eu nao sabia o que postar, se gostarem e continuo postando. 😀😘🌸🌈🐼.
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